Blog dos Poetas

31-03-1932

de

Azuis os montes que estão longe param.
De eles a mim o vário campo ao vento, à brisa,
Ou verde ou amarelo ou variegado,
Ondula incertamente.
Débil como uma haste de papoila
Me suporta o momento. Nada quero.
Que pesa o escrúpulo do pensamento
Na balança da vida?
Como os campos, e vário, e como eles,
Exterior a mim, me entrego, filho
Ignorado do Caos e da Noite
Às férias em que existo.

postado por em 20-08-2006
Compartilhar

3 Comentários para “31-03-1932”


  1. joão paulo firmino disse:

    ei cara parabens pelo blog pois curto muito falou? olha ai meu email de amizades: [email protected] fala com joão paulo firmino ta meu colega chau


  2. Lizandra Quadros Corecha Pinto disse:

    Precisamos de mais pessoas que olhem pela literatura brasileira,assim como voces.valeu.


  3. Bruno disse:

    Belo blog. O meu obrigado.

Deixe Seu Comentário