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Henriqueta Lisboa

Henriqueta Lisboa (Lambari, 15 de julho de 1901 — Belo Horizonte, 9 de outubro de 1985) foi uma poetisa brasileira. Em 1963, foi a primeira mulher eleita membro da Academia Mineira de Letras. Em 1984, recebeu o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra. Poeta sensível, dedicou sua vida à poesia. Considerada um dos grandes nomes da lírica modernista pela crítica especializada, Henriqueta manteve-se sempre atuante no diálogo com os escritores e intelectuais de sua geração e angariou muitos leitores ilustres durante sua vida, dentre eles Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Gabriela Mistral.

Notabilizou-se como poeta, tradutora e ensaísta. Recebeu vários títulos honoríficos e prêmios, entre os quais, o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, em 1984, pelo conjunto da obra; ainda em 1984, o prêmio Pen Club do Brasil, pela obra Pousada do ser; o prêmio Poesia 76, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte; o prêmio Brasília de Literatura, em 1971, pelo conjunto da obra, conferido pela Fundação Cultural do Distrito Federal. Do governo de Minas Gerais recebeu, além da Grande Medalha da Inconfidência, em 1980, e da Medalha Santos Dumont, em 1983, o diploma de mérito poético, por decreto do governador, em 1979, comemorativo dos cinquenta anos de poesia.

Publicou vários livros de poesia que, juntamente com suas traduções e ensaios críticos, estão reunidos em Henriqueta Lisboa: obra completa, publicado em 2020 pela Editora Peirópolis. Seus ensaios, antologias, objetos, correspondência com escritores da época, como Mário de Andrade, Cecília Meirelles, Carlos Drummond de Andrade e Gabriela Mistral podem ser encontrados no Acervo de Escritores Mineiros da Universidade Federal de Minas Gerais.

Fonte: Wikipédia