Ouro branco! Ouro preto! Ouro podre! De cada
Ribeirão trepidante e de cada recosto
De montanha o metal rolou na cascalhada
Para o fausto d’El-Rei, para a glória do imposto.
Que resta do esplendor de outrora? Quase nada:
Pedras… templos que são fantasmas ao sol-posto.
Esta agência postal era a Casa de Entrada…
Este escombro foi um solar… Cinza e desgosto!
O bandeirante decaiu – é funcionário.
Último sabedor da crônica estupenda,
Chico Diogo escarnece o último visionário.
E avulta apenas, quando a noite de mansinho
Vem, na pedra-sabão lavrada como renda,
- Sombra descomunal, a mão do Aleijadinho!
postado por Ederson Peka em 23-01-2011
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EDILOY A C FERRARO disse:
Em que tintas de nostalgia nos retrata o poeta os louros de tempos afortunados,onde os metais nobres erigiram igrejas, cidades e fortunas, restando apenas vestígios, após a decadência das minas exauridas de suas riquezas, encimando no vazio apenas a obra imorredoura das mãos de Aleijadinho, a arte de suas esculturas em pedra sabão….
lucas viana disse:
Manuel badeira gostei muinto do seu poema o major mais so que nao encontrei ele no seu blog disse militar que se aponsentou muinto bom o seu livro valeu
Jhonatan disse:
Cadê o Monotti Del Picchia