Cristo morreu, ó tristes criaturas,
Era matéria como vós, morreu;
E quando a noite sepulcral desceu
Gelou com Ele o oceano das ternuras.
Nunca outro sol de irradiações mais puras
Subiu tão alto e tanto resplendeu,
Nunca ninguém tão firme combateu
Da humanidade todas as torturas.
Morreu, que se Ele, o Deus, ressuscitasse,
Limpa de sangue e lágrimas a face,
Os seus olhos tranqüilos, virginais,
Dons inefáveis, corações piedosos,
Tinham de abrir-se muito dolorosos,
Também chorando quando vós chorais!
postado por Rosely Tavares em 18-11-2009
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EDILOY A C FERRARO disse:
O simbolismo de Cruz e Souza enternece nestes versos candentes de ternura e devoção, emocionando o pranto diante ao inexorável da existência, a morte.
Elisa Gasparini disse:
Ainda bem que Ele ressuscitou. Beijos
anselmo disse:
Olá,
Parabéns pelo Blog….gostaria de convidá-lo a visitar o nosso e comentar o post da Clarice Lispector ….minervapop.blogspot.com
Valeu!
Anselmo – SP
Felipa disse:
Cristo nasceu e cresceu, morreu e ressuscitou…ALELUIA!
Felipa disse:
ELE É NA VERDADE O FILHO DE DEUS…
Felipa disse:
ALELUIA!
Felipa disse:
GRAÇAS A DEUS POR CRISTO JESUS!
Luiz Rosa Jr. disse:
Sobre Cruz e Souza, sem mais comentários, de uma espiritualidade e religiosidade flamejante.
Antonio disse:
Belíssima poesia. Como toda poesia de Cruz & Sousa expressa os mais excelsos sentimentos que o coração humano pode expressar.
Indubitavelmente, toca o âmago da alma humana.