A meu irmão Aprígio dos Anjos
E eu disse – Vai-te, estrela do Passado!
Esconde-te no Azul da Imensidade,
Lá onde nunca chegue esta saudade,
- A sombra deste afeto estiolado.
Disse, e a estrela foi p’ra o Céu subindo,
Minh’alma que de longe a acompanhava,
Viu o adeus que do Céu ela enviava,
E quando ela no Azul foi-se sumindo
Surgia a Aurora – a mágica princesa!
E eu vi o Sol do Céu iluminando
A Catedral da Grande Natureza.
Mas a noute chegou, triste, com ela
Negras sombras também foram chegando,
E nunca mais eu vi a minha estrela!
postado por Ederson Peka em 18-12-2011
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EDILOY A C FERRARO disse:
Lágrimas nostálgicas debulhadas em versos de intensa beleza, metáforas que espelham a alma do poeta, condoído em dores e reflexões, encantando e emocionando quem o lê.;..Augusto dos Anjos, eterno !!!
TÂNIA GAMA disse:
Nossa! Poema lindo,escrito com a pena
da alma!
Ildérica disse:
Parabéns pelo desabafo poético
Hatsune miku disse:
Lindo poema profundo amei e tbm espelha o sentimento da perda no poema magico amei
Ivamara disse:
Augusto dos Anjos é sempre muito peculiar. Sabe transpor no papel seus sentimentos e desejos de uma forma única e escreveu-las contando histórias que se para uns não tem sentindo para outros é a expressão da vida.
liziane disse:
muito lindo esse poema
me fez lembrar do meu irmão,que ja não estais mais aqui a 4 anos.
grande inspiração
Alice Liege disse:
Lindo *-*
andrea disse:
profundo!!!ameiiiiiiiiiii