Blog dos Poetas

12.

de

O tempo que leva a minha jornada é longo, e mais longo ainda é o caminho a percorrer.
Saí na minha carruagem aos primeiros clarões da aurora e continuei minha viagem pelos ermos do mundo, deixando vestígios meus em muitas estrelas e planetas.
O percurso mais longo é o que vai para mais perto de ti e a aprendizagem mais complicada é a que leva à extrema simplicidade de uma melodia.
O viandante precisa bater em todas as portas para chegar à sua e vagar por todos os mundos exteriores para atingir afinal o santuário mais íntimo.
Meus olhos divagaram bem abertos por todas as partes antes que se fechassem e dissessem: “Tu estás aqui!” A pergunta e a exclamação: “Oh, onde?”, misturam-se com as lágrimas de mil torrentes e afoga o mundo com o dilúvio da certeza: “Eu sou!”

postado por em 24-06-2010
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5 Comentários para “12.”


  1. Andrey Costa disse:

    adorei… é sempre bom ter nessa nternet vaizia um espaço pra poesia dos artistas já consagrados, se tiver um tempinho vê muo blog ai http://algumsegundotrovador.blogspot.com/ , tambem escrevo poemas da um pulinho lá, vlw continua ai nessa força


  2. EDILOY A C FERRARO disse:

    …de quantas vestes se adorna o artista, impregnando em dramáticas cenas, a sua arte, transcendendo o ordinário das rotinas em voos alçados aos píncaros… luzidio texto, meio fábula, encantado, mostrando em alegorias e metáforas, a busca eterna de todos nós à procura de nossa essência…BELÍSSIMO !!!


  3. André Jesus disse:

    Valeu pessoal é tudo muito líndo. Nada como poesia para nos livrar da rotina insana. Tenho 44 anos e sou super tímido, só agora estou ficando um pouco sem vergonha para escrever. beijos a tds.


  4. claudia disse:

    amo visitar outros blog e conhecer o trabalho de colegas ,parabens!!


  5. Sátiro Balieiro disse:

    CARPE DIEM

    A partir de hoje
    Tudo será agora.
    Meus sonhos
    A minha realidade constante
    E as segundas e terças-feiras
    Também serão fins de semana.
    Amarei meus defeitos
    Para que amem minhas virtudes
    E farei da criança que há em mim
    Um palhaço louco sempre a sorrir,
    Pois não viverei como quem morre lentamente
    Pedindo desculpas
    Por não ter coragem de ser feliz.

    Sou Professor estadual e Escritor. Em meu blog: [email protected] tem um pouco de meu trabalho. Abraço!

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