Arda de raiva contra mim a intriga,
Morra de dor a inveja insaciável;
Destile seu veneno detestável
A vil calúnia, pérfida, inimiga.
Una-se todo em traiçoeira liga
Contra mim só o mundo miserável;
Alimente por mim ódio entranhável
O coração da terra que me abriga.
Sei rir-me da vaidade dos humanos;
Sei desprezar um nome não preciso;
Sei insultar uns cálculos insanos.
Durmo feliz sobre o suave riso
De uns lábios de mulher, gentis, ufanos;
E o mais que os homens dão, desprezo e piso.
postado por Ederson Peka em 08-09-2006
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Helena disse:
estes poemas sao mty fixes
eu escrevo outros mas sao de amor
fabricio alves disse:
GRANDE POETA! PARABENS PELA ESCOLHA DO MESMO. FANTÁSTICO!