Quanta vez o que resta da memória
é só um breve trecho de canção
a porta que se abre ao fundo do segredo
dócil subitamente à nossa mão
Quanta vez o que resta é essa frágil chave
perdida na algibeira da infância
que franqueia de novo os portais para a vida
que promete de novo um percurso à bonança
Extraído de Poesia dos Dias Úteis
postado por Célia de Lima em 08-11-2008
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





helena maria sandoval de miranda disse:
OI CÉLIA! Tive vontade hoje de falar p´ra ti sobre” a frágil chave perdida na algibeira da infância “. Tão lindo! Mas , a afirmação de que “franqueia de novo os portais ” é metáfora para ninquém botar defeito. Tua seleção merece dez com louvor . Um abraço.Boommmmmmmm dia. Helena