Ninguém sentiu o teu espasmo obscuro,
ó ser humilde entre os humildes seres.
Embriagado, tonto dos prazeres,
o mundo para ti foi negro e duro
Atravessaste no silêncio escuro
a vida presa a trágicos deveres
e chegaste ao saber de altos saberes
tornando-te mais simples e mais puro.
Ninguém te viu o sentimento inquieto,
magoado, oculto e aterrador, secreto,
que o coração te apunhalou no mundo.
Mas eu que sempre te segui os passos
sei que cruz infernal prendeu-te os braços,
e o teu suspiro como foi profundo!
postado por Ederson Peka em 06-02-2008
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carina disse:
eu gostei do poema mas achei um pouco triste
Sra. Vate disse:
Belo… belo…
Adorei este blog!^ ^
Gostaria de ver mais coisas sobre byronismo e 2° etapa do romantismo…
uma diquinha… rsrs
Abraço!
Paula disse:
Cruz e Sousa se faz Mestre demonstrando sentimentos de forma singular….
Este é um dos poemas que leio e vejo a mim mesmo nos versos…..
ALEXANDRE disse:
AMO ESTE POEMA… É A MINHA VIDA.
FABRICIO ALVES disse:
QUE MAGNIFICO POEMA! QUE GRANDE GENIO! SEM DUVIDAS, O POETA QUE EU MAIS GOSTO E NA MINHA OPINIÃO, UM DOS 10 MAIORES POETAS DA HISTORIA DA LITERATURA.