Ser como o rio que deflui
silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas no céu, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
como o rio as nuvens são água,
refleti-las também sem mágoa,
nas profundidades tranqüilas.
postado por Célia de Lima em 20-05-2010
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EDILOY AC FERRARO disse:
…belas analogias, metáforas reflexivas, trazidas nestes versos profundos e sensíveis na alma inesquecível de Manuel Bandeira…saboreá-lo neste fim de tarde fria de outono tem um sentido muito pessoal, melancólico e poético…belo !!!