Eu sou triste como um prático de farmácia,
sou quase tão triste como um homem que usa costeletas.
Passo o dia inteiro pensando nuns carinhos de mulher
mas só ouço o tectec das máquinas de escrever.
Lá fora chove e a estátua de Floriano fica linda.
Quantas meninas pela vida afora!
E eu alinhando no papel as fortunas dos outros.
Se eu tivesse estes contos punha a andar
a roda da imaginação nos caminhos do mundo.
E os fregueses do Banco
que não fazem nada com estes contos!
Chocam outros contos para não fazerem nada com eles.
Também se o diretor tivesse a minha imaginação
o Banco já não existiria mais
e eu estaria noutro lugar.
postado por Ederson Peka em 27-11-2011
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





EDILOY A C FERRARO disse:
Como bancário que fui, por alguns anos, este escrito parece que me levar à antiga rotina, onde, enfastiado, sonhava com a liberdade, mas, preso às contingências, apenas imaginava…
RozeMeire disse:
Olá!
Gosto de poesias no estilo do Murilo Mendes. Também gosto de escrever e posto algumas em meu blog. Se quiser, dê uma olhadinha
Até mais!
Luis Macedo disse:
Muito bom mesmo!!
Irani disse:
Muito bom!!
Michel Consolação disse:
força poesia!
Maira Ramos disse:
Também adorei! Alias, começo a achar que tenho que ler mais Murilo Mendes…
thalita disse:
adorei todas poesia principalmen so ter um pouco mais e de rima mas mil parabes beijos:}