A queda do teu lírico arrabil
De um sentimento português ignoto
Lembra Lisboa, bela como um brinco,
Que um dia no ano trágico de mil
E setecentos e cincoenta e cinco,
Foi abalada por um terremoto!
A água quieta do Tejo te abençoa.
Tu representas toda essa Lisboa
De glórias quase sobrenaturais,
Apenas com uma diferença triste,
Com a diferença que Lisboa existe
E tu, amigo, não existes mais!
postado por Ederson Peka em 30-10-2011
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EDILOY A C FERRARO disse:
Neste poeta sábio e manejador das palavras, entre ironias e sarcasmos, expresso ou implícito em seus versos, a questão central se apresenta, a efemeridade da existência…
andre disse:
ola
me chamo andre
gostei muito do seu blog
ele passa mensagen lindas
realmente cada topico sao poemas maguinifico.
gostaria de fazer uma sociedade caso voce se intereça
viste o meu blog.
obrigado pela sua atençao …
Fernando Tanajura disse:
Esse era um verdadeiro Poeta!