Blog dos Poetas

Duas estrofes

de

A queda do teu lírico arrabil
De um sentimento português ignoto
Lembra Lisboa, bela como um brinco,
Que um dia no ano trágico de mil
E setecentos e cincoenta e cinco,
Foi abalada por um terremoto!

A água quieta do Tejo te abençoa.
Tu representas toda essa Lisboa
De glórias quase sobrenaturais,
Apenas com uma diferença triste,
Com a diferença que Lisboa existe
E tu, amigo, não existes mais!

postado por em 30-10-2011
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5 Comentários para “Duas estrofes”


  1. EDILOY A C FERRARO disse:

    Neste poeta sábio e manejador das palavras, entre ironias e sarcasmos, expresso ou implícito em seus versos, a questão central se apresenta, a efemeridade da existência…


  2. andre disse:

    ola
    me chamo andre
    gostei muito do seu blog
    ele passa mensagen lindas
    realmente cada topico sao poemas maguinifico.
    gostaria de fazer uma sociedade caso voce se intereça
    viste o meu blog.
    obrigado pela sua atençao …


  3. Fernando Tanajura disse:

    Esse era um verdadeiro Poeta!


  4. Rafaela disse:

    Eu também gostei..Embora esse não ser o tema que procuro…Mas é muito giro e tem muita imagianação pelo meio..Espero que lhe sugirem novas ideias..Para eu as poder ler e aprender alguma lição nova..Obrigada por o seu poema..


  5. ygor disse:

    Ola o meu nome é ygor e adorei este poema

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