Meu tudo, minha amada e minha amiga,
Eis, compendiada toda num soneto,
A minha profissão de fé e afeto,
Que à confissão, posto aos teus pés, me obriga.
O que n’alma guardei de muita antiga
Experiência foi pena e ansiar inquieto.
Gosto pouco do amor ideal objeto
Só, e do amor só carnal não gosto miga.
O que há melhor no amor é a iluminância.
Mas, ai de nós! não vem de nós. Viria
De onde? Dos céus?… Dos longes da distância?…
Não te prometo os estos, a alegria,
A assunção… Mas em toda circunstância
Ser-te-ei sincero como a luz do dia.
postado por Ederson Peka em 12-06-2011
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EDILOY A C FERRARO disse:
…Prazeroso ler este poeta enamorado, versos rescendendo aromas num cantar enfeitiçado de encantos…
Amanda Menezes disse:
linda poesia, uma vez que o amor é um sentimento divino , contrário ao humano.
Menires disse:
gostei desse blog.. espero que o meu blog que criei recentemente
http://anamenires.blogspot.com/
seja pelo menos um pouquinho do que esse blog é…
Se quise rparceiria e divulgação.. conta comigo.. Valeu