Como de cera
E por acaso
Fria no vaso
A entardecer
A pêra é um pomo
Em holocausto
À vida, como
Um seio exausto
Entre bananas
Supervenientes
E maçãs lhanas
Rubras, contentes
A pobre pêra:
Quem manda ser a?
postado por Ederson Peka em 08-12-2007
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





Leonardo Bueno Teixeira disse:
Boa tbém
sophie disse:
odiei o poema, que ruim !