Ser de eleição em cujo olhar a natureza
Acendeu a fagulha altiva que fascina,
Tu trazias aquela aspiração divina
De realizar na vida a perfeita beleza.
Creste achá-la no amor, na indizível surpresa
Da posse – o sonho mau que desvaira e ilumina.
Vencido, escarneceste a virtude mofina…
Tua moral não foi a da massa burguesa.
Morreste incontentado, e cada seduzida
Foi um ludíbrio à tua essência. Em tais amores
Não encontraste nunca o sentido da vida.
Tua alma era do céu e perdeu-se no inferno…
Para os poetas e para os graves pensadores
Da imortal ânsia humana és o símbolo eterno.
postado por Ederson Peka em 22-08-2010
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EDILOY A C FERRARO disse:
…embora encantador como sempre, prefiro ler Manuel Bandeira desatrelado , a lembrar outros autores, preferencialmente em versos livres, onde sua alma sensível alça voos sem cumprir rigores estéticos…
carlos disse:
amei seus poemas são lindos tambem sou escritor escrevo meus poemas
no meu blog vou te deixar o link caso vc queira dar uma olhadinha.
http://www.carlospoemasefrases.co.cc
caso goste de algum deixa o comentario.
Gabi Oliveira disse:
Sou mtoo sua fãa , tbm escrevoo , e amoo seos pooemas , tbm tenhoo bloog , se puder dar uma olhada , http://gabioliveira32.blogspot.com/
se goostar , deishe comentário
mto obrigadooo