A dança dos encéfalos acesos
Começa. A carne é fogo. A alma arde. A espaços
As cabeças, as mãos, os pés e os braços
Tombara, cedendo à ação de ignotos pesos!
É então que a vaga dos instintos presos
Mãe de esterilidades e cansaços
Atira os pensamentos mais devassos
Contra os ossos cranianos indefesos.
Subitamente a cerebral coréa
Pára. O cosmos sintético da Idéa
Surge. Emoções extraordinárias sinto…
Arranco do meu crânio as nebulosas.
E acho um feixe de forças prodigiosas
Sustentando dois monstros: a alma e o instinto!
postado por Diego Eis em 11-11-2005
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Tamyris disse:
Olá, tudo bem?
Poxa, muito legal o blog. Você escolhe muito bem os poemas, parabéns!!!
Abraços e um ótimo dia pra ti. Tudo de bom.
Nilceu Francisco de Lima disse:
Ótimo site, belos poemas, parabénss!
Nilceu