Blog dos Poetas

Ah, quem me dera

de

Ah, quem me dera ser poeta
Pra cantar em seu louvor
Belas canções, lindos poemas
Doces frases de amor

Infelizmente, como eu
Não aprendi op A-B-C
Eu faço samba de ouvido pra você

Depois de muitas frases lapidar, eu percebi
Que as rimas que que preciso, essas rimas esqueci
E que o verbo amar não se conjuga sem você
Eu faço samba de ouvido pra você

postado por em 28-08-2006
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9 Comentários para “Ah, quem me dera”


  1. Be disse:

    Adorei o que escreve.. parabéns.
    Bjos


  2. soraia disse:

    Adoro tom jobim… belezura de blog
    beijos
    soraia
    ciganita


  3. Saile Campos disse:

    Adorei esse Blog!!!
    Era tudo que eu estava procurando!!
    Eu amo poesias e adollo Tom Jobim!!!
    Saile Campos


  4. Helena Nabak Acerbi disse:

    DIEGO EIS ..

    estou publicando o poema que escrevi .

    Doce, gentil, encantado
    Fogo, paixão, prazer
    Em marmóreo sono eu me deito
    Entre lembranças e o ser que um dia me despertou

    Tentação, desejo, ansiedade
    Quente é o teu corpo que me veste, despe e vira do avesso
    Em teus lábios úmidos, quentes, apaixonados
    É que pude descobrir
    Eis aqui um anjo, belo, desvairado, insano
    Que me leva aos céus e se necessário ao inferno

    Em seus braços eu vou me esconder
    Meu menino, amor, amante
    Permita-me salvá-lo da escuridão
    E apenas a ti entregar meu coração
    Refúgio, eterno, guardião.


  5. thayane disse:

    Muitoo legal esse seu poema DIEGO **
    vocc me ajudou a saber me compreender *-*
    OBRIGADO por ser voce mesmo
    e nao mudar nunca…..nunca


  6. Antonio Cícero da Silva(Águia) disse:

    Este blog é belo, fantástico… É um lugar , onde podemos encontrar ao que procuramos… Viva a poesia e vivam os poetas…


  7. EDILOY A C FERRARO disse:

    …Tom Jobim anuncia, o que o modernismo já tinha feito, a poesia não pode e nem deve ater-se e conter a sua emoção em fórmulas quase matemáticas, contando sílabas, em métricas que lembram equações matemáticas…afinal a poesia é manifestação da alma, ciências humanas… os versos livres, desimpedidos de rimas é a libertação do sentir sem os rigores impostos pelas escolas literárias. Assim não fosse, a poesia dos poetas populares, sem instrução formal, não existiriam, tampouco não teríamos a riqueza literária que temos, principalmente na música brasileira.


  8. ionara disse:

    eu sou aluna do erem maria vieira muliterno e adorei seu blog…………….bjs…………….


  9. Valdenrique da Silva disse:

    Os poemas São legal adorei todos os comentários de todo mundo principalmente o da Helena tchau

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