Os Poemas
de Mario QuintanaEles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
postado por Ederson Peka em 29-03-2007
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Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada, com o teu passo leve, com esses teus cabelos…
E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita…
- Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Não desças os degraus dos sonhos
Para não despertar os monstros.
Haverá quem nisso creia?
(...)Na volta escura da escada.
O Anjo disse o meu nome.
Não vos iludais o velho que aqui vai:
Eu quero os meus brinquedos novamente!