Frescura das sereias e do orvalho,
Graça dos brancos pés dos pequeninos,
Voz das manhãs cantando pelos sinos,
Rosa mais alta no mais alto galho:
De quem me valerei, se não me valho
De ti, que tens a chave dos destinos
Em que arderam meus sonhos cristalinos
Feitos cinza que em pranto ao vento espalho?
Também te vi chorar… Também sofreste
A dor de ver secarem pela estrada
As fontes da esperança… E não cedeste!
Antes, pobre, despida e trespassada,
Soubeste dar à vida, em que morreste,
Tudo, – à vida, que nunca te deu nada!
postado por Ederson Peka em 15-05-2011
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Laura disse:
Gosteei muito do poema muito boom
segueem o meeu lá
http://lauradiversospoemas.blogspot.com/
acabeei de fazeer !
obg
Luiz Gustavo disse:
Muito bom, parabéns.