O sonho, a crença e o amor, sendo a risonha
Santíssima Trindade da Ventura,
Pode ser venturosa a criatura
Que não crê, que não ama e que não sonha?!
Pois a alma acostumada a ser tristonha
Pode achar por acaso ou porventura
Felicidade numa sepultura,
Contentamento numa dor medonha?!
Há muito tempo, o sonho, do meu seio
Partiu num célere arrebatamento
De minha crença arrebentando a grade
Pois se eu não amo e se também não creio,
De onde me vem este contentamento,
De onde me vem esta felicidade?!
postado por Ederson Peka em 05-06-2011
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EDILOY A C FERRARO disse:
…Este autor desafia os bons modos, incomoda em suas inquietações, atualíssimo, transcende épocas, dada à modernidade de seus textos. De fina ironia, triste quando aparenta felicidade, ferino até mesmo ao se referir ao belo, genial !
Diario disse:
Já sonhei um dia…sonhei em ser feliz…Hj nada mais tenho…confere lá…http://diariode1sofredor.blogspot.com/
Luiz Carlos de Oliveira disse:
É no sentir espontâneo da alma que se aloja a felicidade…
Assim, como nos ensina o poeta, se não se permite que o sonho expanda-se em voos triunfantes, que a crença trilhe seus passos rumos aos ideais, que o amor encontre abrigo no coração, arrebatadoramente, em vão se pretenderá ser feliz.
Fernanda Grazielli disse:
Sou simplesmente amante de Augusto dos Anjos… As palavras dele mexem, causam um verdadeiro reboliço em mim!!
monique disse:
adorei esta poesia este autor envolvi amor dor religião tudo em um poema só….sabe o que me envolvi mais com a minha mente em um poema é amor, sátira,mau dizer e escarnio com religião isso tudo me encanta de uma forma incrível,cada vez tenho vontade de escrever mais e mais.Boa sorte com os seus poemas é maravilhosos
monique disse:
leitora_poesias@hotmail.com
http://escritoraaraujo.blogspot.com
olhem meu blog lá viu beijos a todos