O povo és tu, sou eu: nós somos povo.
E bendigamos a perfeita graça
De pertencer à multidão, à massa,
Diante da qual me inclino e me comovo.
Dela é que há de surgir o mundo novo.
E partícula dessa populaça,
Sinto que a prepotência me espedaça,
Mas do posto em que estou não me demovo.
Esqueço a Torre de Marfim da lenda.
E, a clarinar, me envolvo na contenda,
Ressangrando às pedradas e aos apodos.
Nada de caridade ou de piedade.
Mas de união ou solidariedade,
Sendo todos por um, sendo um por todos.
postado por Ederson Peka em 01-10-2008
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Lua disse:
Excelente seu blog!!!! Amei.
soraia disse:
Menino…. vc’já é um poeta…se pensas como tal… e coloca no papel teu sentimento
lindo blog e escritos de bom gosto
soraia
ciganita