Na oração, que desaterra a terra,
Quer Deus que a quem está o cuidado dado,
Pregue que a vida é emprestado estado,
Mistérios mil, que desenterra enterra.
Quem não cuida de si, que é terra, erra,
Que o alto Rei, por afamado amado,
É quem assiste ao desvelado lado,
Da morte ao ar não desaferra, aferra.
Quem do mundo a mortal loucura cura,
A vontade de Deus sagrada agrada,
Firma-lhe a vida em atadura dura.
Ó voz zelosa que dobrada brada,
Já sei que a flor da formosura, usura,
Será no fim desta jornada nada.
postado por Ederson Peka em 10-10-2010
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Antonio Cícero da Silva(Águia) disse:
Este escrito, fala da realidade da vida… é mais um garboso manifesto, do mestre Gregório de Matos…
Michelle disse:
Linda a versão cantada (Caetano Veloso e José Wisnik) em “Onquotô”, espetáculo do Grupo Corpo.
CAMILA disse:
EU ADORO EU LEMBREI AGORA POIS MEU PROFESSOR HOJE FALOU DELE POIS LEU MUITAS POESIAS DELE E EU GOSTEI MUITO TE ADORO MEU PROFESSO E MUITO ANIMADO ALEM DISSO ELE GOSTAVA DE INGINORAR AS PESSOAS E FALA DO GOVERNO E DO REI QUE SE NAO FIZESSE O QUE O REI MANDASSE A CABEÇA SERIA CORTADA
Miguel Afonso disse:
Será no fim desta jornada, nada…
Intenso e belo!