Minh’alma ardente é uma fogueira acesa,
É um brasido enorme a crepitar!
Ânsia de procurar sem encontrar
A chama onde queimar uma incerteza!
Tudo é vago e incompleto! E o que mais pesa
É nada ser perfeito. É deslumbrar
A noite tormentosa até cegar,
E tudo ser em vão! Deus, que tristeza!…
Aos meus irmãos na dor já disse tudo
E não me compreenderam!… Vão e mudo
Foi tudo o que entendi e o que pressinto…
Mas se eu pudesse a mágoa que em mim chora
Contar, não a chorava como agora,
Irmãos, não a sentia como a sinto!…
Parabéns, Fábio!
postado por Elisabeth Tavares em 29-11-2007
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marcos vinicius disse:
SOU COMPOSITOR E GPSTARIA DE FALAR
Ediloy Antonio Carlos Ferraro disse:
…neste teu Impossível, arrastas teus leitores nas suas incertezas, sem descurar para a prosa fácil, nos arrebata nas suas inquietações…mergulhos em seus receios que tão bem retratas nas suas divagações e acrescenta à alma que te bebe os brados mudos, seus sussurros, seus lamentos…linda !!!