Eu te paguei minha pesada moeda
Poesia…
Ó teus espelhos deformantes e límpidos
Como a água! Sim, desde menino,
Meus olhos se abriam insones como flores no escuro
Até que, longe, no horizonte, eu via
A lua vindo, esbelta como um lírio…
Às vezes numa túnica de Infanta
Sonâmbula… Às vezes virginalmente nua…
E era branca como as nozes que os esquilos descascam na mata…
Pura como um punhal de sacrifício…
(Em meus lábios queimava-se, ignorada, a palavra mágica!)
postado por Célia de Lima em 03-06-2010
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





Anna Traiano disse:
Fantástico este blog! Sou escritora e achei maravilhosa a idéia de um blog que estimula tanto a leitura, principalmente da poesia, que infelizmente no Brasil não é tão valorizada. Se desejarem, visitem o meu blog:
http://www.amoresias.blogspot.com
Um abraço
EDILOY A C FERRARO disse:
…os olhos do poeta ainda na incipiência de seus poucos anos já antevia, na sensibilidade nata, além das formas vistas em descuidados olhares, sinalizando uma ótica enviesada, vendo além…LINDO !!!
karoline disse:
esta e uma poesia muito bonita e asim eu deixo uma coisa muito espesil nunca deixe de ser q vce rsrsrsrsrsrrsrs
Francis Perot disse:
Gostei muito dos blogs de poesias.