Subia, algo subia, ali, do chão,
quieto, no caule calmo, algo subia,
até que se fez flama em floração
clara e calou sua harmonia.
Floresceu, sem cessar, todo um verão
na árvore obstinada, noite e dia,
e se soube futura doação
diante do espaço que o acolhia.
E quando, enfim, se arredondou, oval,
na plenitude de sua alegria,
dentro da mesma casca que o encobria
volveu ao centro original.
Tradução de Augusto de Campos
Fonte: O poema
postado por Célia de Lima em 25-10-2008
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Ivan Santtana disse:
Gostaria de saber se é possível estar divulgando o meu blog neste blog.
Sou poeta e tenho um blog de poesia chamado blog do poeta.
ivansanttana.blogspot.com
Grande abraço.
Ivan