De repente o sol raiou
E o galo cocoricou:
- Cristo nasceu!
O boi, no campo perdido
Soltou um longo mugido:
- Aonde? Aonde?
Com seu balido tremido
Ligeiro diz o cordeiro:
- Em Belém! Em Belém!
Eis senão quando, num zurro
Se ouve a risada do burro:
- Foi sim que eu estava lá!
E o papagaio que é gira
Pôs-se a falar: – É mentira!
Os bichos de pena, em bando
Reclamaram protestando.
O pombal todo arrulhava:
- Cruz credo! Cruz credo!
Brava
A arara a gritar começa:
- Mentira! Arara. Ora essa!
- Cristo nasceu! canta o galo.
- Aonde? pergunta o boi.
- Num estábulo! – o cavalo
Contente rincha onde foi.
Bale o cordeiro também:
- Em Belém! Mé! Em Belém!
E os bichos todos pegaram
O papagaio caturra
E de raiva lhe aplicaram
Uma grandíssima surra.
postado por Ederson Peka em 24-12-2008
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





suellen disse:
olá.
adorei o blog, acabei de encontrá-lo mas, já gostei muito pois percebi que tem a ver com o que eu gosto. queria pedir que me ajudasse se puder, a divulgar meu blog. lá tem coisas que eu mesma escrevo, interessantes, dá uma conferida lá.
http://ellenkdz.blogspot.com
Kiiara disse:
gostei muiiito do poema e do blog!!!
Vou usar a poesia como trabalho de escola =D
Beijos
Barbara disse:
Olá, achei o site bastante interessante, estava procurando poemas de Natal para um trabalho da escola e já amei o site de cara, poucos sites são tão organizados quanto esse, adorei !!!
Beijos e abraços !
amandarodriguestavares disse:
eu achei otimo ,continui fazendo poemas
assim como esse de natal !!!!!!!!
eu li reli e adorei
bejoca !!!!!!!
eu adoro seu trabalho!!!!
carolina andressa de apois relembfa mo disse:
o poema e reflexivo e uma beleza! pois relembra momentos felizes