Saio do sono como
de uma batalha
travada em
lugar algum
Não sei na madrugada
se estou ferido
se o corpo
tenho
riscado
de hematomas
Zonzo lavo
na pia
os olhos donde
ainda escorre
uns restos de treva.
postado por Ederson Peka em 18-10-2009
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





maria disse:
sempre há trevas em nós…
rosane disse:
Maravilhoso seu blog, amei!!
Fernando Palma disse:
Estes versos foram os melhores
“Não sei na madrugada
se estou ferido
se o corpo
tenho
riscado
de hematomas”
EDILOY A C FERRAO disse:
…emblemáticos versos, de lancinante solidão, de reflexões sentidas, e mergulho íntimo nas dores de uma alma doentia…
Há belezas na descrição de sentimentos tristes…
ELISA (emgari) disse:
Nossa, é noite foi a anterior de alguém e a posterior de outros, em algum lugar e espaço de nossa passagem terrena. Adorei!
anderson proença de andrade disse:
Um blog sério, sobre poesia também séria e profundamente engajada aos problemas contemporâneos.Os poemas de Ferreira gullar e Carlos Drummond de Andrade, são ideais para quem quer compreender a angústia existencial do homem moderno.