Como o gênio da noite, que desata
o véu de rendas sobre a espada nua,
ela solta os cabelos… bate a lua
nas alvas dobras de um lençol de prata.
O seio virginal que a mão recata,
embalde o prende a mão… cresce, flutua…
Sonha a moça ao relento… Além na rua
preludia um violão na serenata.
Furtivos passos morrem no lajedo…
Resvala a escada do balcão discreta…
Matam lábios os beijos em segredo…
Afoga-me os suspiros, Marieta!
Oh surpresa! Oh! Palor! Oh! Pranto! Oh! Medo!
Ai! Noites de Romeu e Julieta!…
postado por Ederson Peka em 01-03-2008
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brunynha trevysan disse:
adorei esse poema ele é MARAA…..!!!!
bjuss biuuu
nelsa da penha disse:
adorei é divino!
kauana disse:
que poesia linda que ele
fez eu fiquei até emossionada com esta poesia que Castro Alves fez Todas as poesias que ele fez são linda