Ah! quem há de exprimir, alma impotente e escrava,
O que a boca não diz, o que a mão não escreve?
- Ardes, sangras, pregada à tua cruz, e, em breve,
Olhas, desfeito em lodo, o que te deslumbrava…
O pensamento ferve, e é um turbilhão de lava:
A forma, fria e espessa, é um sepulcro de neve…
E a Palavra pesada abafa a Idéia leve,
Que, perfume e clarão, refulgia e voava.
Quem o molde achará para a expressão de tudo?
Ai! quem há de dizer as ânsias infinitas
Do sonho? e o céu que foge à mão que se levanta?
E a ira muda? e o asco mudo? e o desespero mudo?
E as palavras de fé que nunca foram ditas?
E as confissões de amor que morrem na garganta?
postado por Ederson Peka em 22-07-2007
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2 – Contribuição Internacional (PayPal)





Amanda Nifertynne disse:
Huia…
Hua…
Muito elaborado, manda bem d+++
Uma certeza é que foi e sempre será marcado na história um homem que fez a diferença entre o sentimento…E a dor…
AmooOOO
Huia huia huia
Hua
*;* *;* *;*
Rosemar Prota disse:
gostei demais do seu blog.
Cherry.~ disse:
Ahh, esse poema me ajudou a sair da Lama.
leo rampazzo disse:
realmente um soneto do parnasianismo confuso e critico ao proprio. a forma muito bem elaborada mais conteudo deixa a desejar, porem como ja comentei e um soneto parnasiano segue essa estrutura.
Carol disse:
muito bem elaborado esse poema
parabéns
ANA FERRAZ LUCIA disse:
PEÇAM no site do ministerio da educaçao e para o governo que implante ja exames supletivos de alguns cursos superiores administrativos como; administraçao ;serviço social ;relaçoes publicas e outros ; isto vai ajudar muito a grande massa de excluidos e autodidatas DO BRASIL . ANA LUCIA SP
mayara disse:
por favor alguem sabe me dizer alqumas resposta que preciso pra entregar um trabalho para a professora de portugues
a pergunta é essa: SE PODEMOS CLASSIFICAR O TEXTO COMO NPARNASIANO TAMBÉM ENCONTRAMOS TRAÇOS QUE O DISTANCIAM DESSE MOVIMENTO. QUE TRAÇOS SÃO ESSES?
por favor se alquem souber me ajudem