<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Hino Nacional - por  Joaquim Osório Duque Estrada</title>
	<atom:link href="http://blogdospoetas.com.br/poemas/hino-nacional/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdospoetas.com.br/poemas/hino-nacional/</link>
	<description>Poemas de escritores famosos e consagrados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 May 2012 13:23:10 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
	<item>
		<title>Por: Andrezza</title>
		<link>http://blogdospoetas.com.br/poemas/hino-nacional/comment-page-1/#comment-90670</link>
		<dc:creator>Andrezza</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 15:05:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogdospoetas.com.br/poemas/id/182#comment-90670</guid>
		<description>ADOREI AS POESIAS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ADOREI AS POESIAS</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cristina</title>
		<link>http://blogdospoetas.com.br/poemas/hino-nacional/comment-page-1/#comment-70980</link>
		<dc:creator>cristina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 02:01:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogdospoetas.com.br/poemas/id/182#comment-70980</guid>
		<description>adorei cada poesia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>adorei cada poesia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ediloy Antonio Carlos Ferraro</title>
		<link>http://blogdospoetas.com.br/poemas/hino-nacional/comment-page-1/#comment-54936</link>
		<dc:creator>Ediloy Antonio Carlos Ferraro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 21:03:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogdospoetas.com.br/poemas/id/182#comment-54936</guid>
		<description>Hinos envelhecem pois retratam uma nação no momento em que é composto e depois, ao ser executado em outros tempos, parece lenda...

Como narrativas melódicas que descrevem florestas, rios caudalosos ou regiões já inexistentes por força da engenharia humana, mas registrado na letra da canção.

Hino pátrio, é como uma bandeira, imutável, perene, concisão histórica se assim pudermos chamar...

Pelo fato de crescermos acompanhando a sua execução e, desde pequenos, aprendemos a cantá-lo, acaba por ser incorporado à nossa própria vivência, ainda que muitos não se debrucem sobre a letra buscando o seu sentido...

Passa a ser executado em momentos memoráveis, em atos festivos ou trágicos, carregado, portanto, de muita emoção em que a entonação coletiva, eivada de sentimentos, supera a literalidade da letra, vira algo compartilhado, idéia de coletivo, irmanando corações em uníssona voz...

Não creio que haja povo que não idolatre seus hinos pátrios, menos pelo que descreve e mais pelo que se incorporou de pessoal, de íntimo, nas suas execuções...

Quem não vibrou nas conquistas do PAN a cada pódium conseguido pelos nossos atletas, ou na emoção de catarse coletiva das várias copas do mundo que conquistamos ? Nas manifestações pela Diretas-Já, no séquito de personalidades políticas ou artísticas onde, espontaneamente, o elo de ligação entre a massa se desenha no cantar coletivo do hino que agrega a todos ?

Portanto, transcende à racionalidade da letra como registro descritivo e simplesmente torna-se uma oração fervorosa, vibrante, compartilhada por todos...

&quot;Ouviram do Ipiranga às margens plácidas...&quot;

&quot;Salve lindo pendão da esperança...&quot;

&quot; Já podeis da pátria filhos ver contente a mãe gentil...&quot;

Tantas emoções afloram à flor da pele na idéia de sentimentos experimentados coletivamente e em particular a cada um...     

neste poema, tento entender os hinos com os meus olhos à época de criança :

HINOS e LENDAS 

Postados em filas indianas
camisas brancas calças azuis
entoava-se a canção coletiva

uníssonas vozes desafinadas
ganhando corpo virava coro
nas tardes antes da entrada

esbelta e feia professora
uma varinha feito batuta
harmonizava a execução

motivos de escárnios 
pilhérias e gozações
aquela adunca figura

cerimoniosa a subida
ao mastro a bandeira
levemente ascendia

lábaro venerada
flanava altaneira
íamos para a sala

tantas palavras 
pronúncias raras
o que seria ?

pouco se entendia
acompanhava-se 
o ritmo enternecia

em versos dizia
rios caudalosos 
imensas florestas

de um mundo estranho
minha cidade pequena
parcas lagoas singelas

um povo heróico
simplória a gente
a que via convivia

falava-se em morrer
caso a pátria ferida
difere a pacata vida 

parecia aquela narrativa
distante da minha rotina
restava de bela a canção

como estórias e lendas
cantava seguia a letra
alheado e desconfiado 

que procedência teria
de que povo aduzia
aquilo que se dizia ?

caraminholas a mente
ainda infantil e pueril
não atinava conceitos

como papagaio repetia
tantas estrofes alheias
emocionava a melodia ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hinos envelhecem pois retratam uma nação no momento em que é composto e depois, ao ser executado em outros tempos, parece lenda&#8230;</p>
<p>Como narrativas melódicas que descrevem florestas, rios caudalosos ou regiões já inexistentes por força da engenharia humana, mas registrado na letra da canção.</p>
<p>Hino pátrio, é como uma bandeira, imutável, perene, concisão histórica se assim pudermos chamar&#8230;</p>
<p>Pelo fato de crescermos acompanhando a sua execução e, desde pequenos, aprendemos a cantá-lo, acaba por ser incorporado à nossa própria vivência, ainda que muitos não se debrucem sobre a letra buscando o seu sentido&#8230;</p>
<p>Passa a ser executado em momentos memoráveis, em atos festivos ou trágicos, carregado, portanto, de muita emoção em que a entonação coletiva, eivada de sentimentos, supera a literalidade da letra, vira algo compartilhado, idéia de coletivo, irmanando corações em uníssona voz&#8230;</p>
<p>Não creio que haja povo que não idolatre seus hinos pátrios, menos pelo que descreve e mais pelo que se incorporou de pessoal, de íntimo, nas suas execuções&#8230;</p>
<p>Quem não vibrou nas conquistas do PAN a cada pódium conseguido pelos nossos atletas, ou na emoção de catarse coletiva das várias copas do mundo que conquistamos ? Nas manifestações pela Diretas-Já, no séquito de personalidades políticas ou artísticas onde, espontaneamente, o elo de ligação entre a massa se desenha no cantar coletivo do hino que agrega a todos ?</p>
<p>Portanto, transcende à racionalidade da letra como registro descritivo e simplesmente torna-se uma oração fervorosa, vibrante, compartilhada por todos&#8230;</p>
<p>&#8220;Ouviram do Ipiranga às margens plácidas&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Salve lindo pendão da esperança&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8221; Já podeis da pátria filhos ver contente a mãe gentil&#8230;&#8221;</p>
<p>Tantas emoções afloram à flor da pele na idéia de sentimentos experimentados coletivamente e em particular a cada um&#8230;     </p>
<p>neste poema, tento entender os hinos com os meus olhos à época de criança :</p>
<p>HINOS e LENDAS </p>
<p>Postados em filas indianas<br />
camisas brancas calças azuis<br />
entoava-se a canção coletiva</p>
<p>uníssonas vozes desafinadas<br />
ganhando corpo virava coro<br />
nas tardes antes da entrada</p>
<p>esbelta e feia professora<br />
uma varinha feito batuta<br />
harmonizava a execução</p>
<p>motivos de escárnios<br />
pilhérias e gozações<br />
aquela adunca figura</p>
<p>cerimoniosa a subida<br />
ao mastro a bandeira<br />
levemente ascendia</p>
<p>lábaro venerada<br />
flanava altaneira<br />
íamos para a sala</p>
<p>tantas palavras<br />
pronúncias raras<br />
o que seria ?</p>
<p>pouco se entendia<br />
acompanhava-se<br />
o ritmo enternecia</p>
<p>em versos dizia<br />
rios caudalosos<br />
imensas florestas</p>
<p>de um mundo estranho<br />
minha cidade pequena<br />
parcas lagoas singelas</p>
<p>um povo heróico<br />
simplória a gente<br />
a que via convivia</p>
<p>falava-se em morrer<br />
caso a pátria ferida<br />
difere a pacata vida </p>
<p>parecia aquela narrativa<br />
distante da minha rotina<br />
restava de bela a canção</p>
<p>como estórias e lendas<br />
cantava seguia a letra<br />
alheado e desconfiado </p>
<p>que procedência teria<br />
de que povo aduzia<br />
aquilo que se dizia ?</p>
<p>caraminholas a mente<br />
ainda infantil e pueril<br />
não atinava conceitos</p>
<p>como papagaio repetia<br />
tantas estrofes alheias<br />
emocionava a melodia &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Francisco de Souza</title>
		<link>http://blogdospoetas.com.br/poemas/hino-nacional/comment-page-1/#comment-54887</link>
		<dc:creator>José Francisco de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 01:57:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogdospoetas.com.br/poemas/id/182#comment-54887</guid>
		<description>VISITE MEU BLOG, E VEJA OUTRAS POESIAS DE MINHA AUTORIA.
http://poetazedelola.blogspot.com

POETA ZE DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN 

POESIA:

CONVERSANDO COM OS PÁSSAROS.

Mim diga o motivo
Conseqüência ou razão
Algum crime eu pratiquei?
Ou serei algum ladrão?
Se não sou um delinquente
Mim diga aí seu demente
Por que estou na prisão?

II

Existem organizações
Pra cuidar dos animais,
Mas permite uma licença
Veja só o que se faz
Você paga um tostão
O bicho vai pra prisão
Não se solta nunca mais.

III

Não há motivo qualquer
Que possa justificar
Tirar nossa liberdade
Que a natureza nos dá
É uma grande covardia
Praticada dia a dia
Quando isso vai parar?

IV

Ninguém por preço nenhum
Quer que viver engaiolado
Até mesmo um criminoso
Contrata um advogado
Pra fazer sua defesa
E às vezes com sutileza
Ele solta um culpado.

V

“Coloque-se” em nosso lugar
Use sua consciência
Fique preso numa gaiola
Faça uma experiência
Pra burrice tem limite
Por que você não admite
Essa sua incoerência?

VI

O pássaro vive feliz
Em seu habitat natural
Os homens ignorantes
Que gostam de fazer mal
Tira sua liberdade
E esta imbecilidade
Eles acham que é normal.

VII

Se eu fosse funcionário
Da defesa ambiental
Ficaria muito triste
Por ver como é natural
O crime que é praticado
Como está sendo depredado
O nosso reino animal.

VIII

Oh! Como seria bom
Que o homem se ligasse
Respeitasse a diferença
Que existe em outra classe
Depredar a natureza
É uma indelicadeza
Seria bom que mudasse

POETA ZÉ DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN

POESIA:

MÃE UM SER INESQUESSÍVEL:
I
Para abrilhantar a obra 
De toda a criação 
Deus tinha criado um plano
Em sua imaginação
Pensou em criar alguém
Criou e formou também
Mães pra toda geração.
II
Quando falamos de mãe
Mudamos o tom da voz
Sabemos que Deus a fez
Pra que cuidasse de nós
Neste mundo inconseqüente 
Este ser inteligente
Nunca nos deixas a sois. 
III
Quem ainda tiver mãe 
Seja zeloso e cuide dela
Em forma de gratidão
Faça tudo para ela
E tenha conhecimento 
Que honrar é mandamento
E não coisa de novela.
IV
Uma mãe é a melhor 
De todas as criaturas
Deus olhando lá dos céus
Bem do topo das alturas 
Dirá o mesmo que eu digo
Irá concordar comigo 
Porque são verdades puras. 
V 
Eu não encontrei palavra
Na gramática portuguesa
Que pudesse alcançar
O topo desta grandeza
Falo d‘uma alma pura 
Mãe de toda criatura
Rainha da natureza.   
VI
Eu nunca vou esquecer
O que mamãe fez por mim
Nos momentos mais difíceis
Não esqueço mesmo assim
Por mais que sinta saudade
Teu amor tua bondade
Nunca chegará ao fim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>VISITE MEU BLOG, E VEJA OUTRAS POESIAS DE MINHA AUTORIA.<br />
<a href="http://poetazedelola.blogspot.com">http://poetazedelola.blogspot.com</a></p>
<p>POETA ZE DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN </p>
<p>POESIA:</p>
<p>CONVERSANDO COM OS PÁSSAROS.</p>
<p>Mim diga o motivo<br />
Conseqüência ou razão<br />
Algum crime eu pratiquei?<br />
Ou serei algum ladrão?<br />
Se não sou um delinquente<br />
Mim diga aí seu demente<br />
Por que estou na prisão?</p>
<p>II</p>
<p>Existem organizações<br />
Pra cuidar dos animais,<br />
Mas permite uma licença<br />
Veja só o que se faz<br />
Você paga um tostão<br />
O bicho vai pra prisão<br />
Não se solta nunca mais.</p>
<p>III</p>
<p>Não há motivo qualquer<br />
Que possa justificar<br />
Tirar nossa liberdade<br />
Que a natureza nos dá<br />
É uma grande covardia<br />
Praticada dia a dia<br />
Quando isso vai parar?</p>
<p>IV</p>
<p>Ninguém por preço nenhum<br />
Quer que viver engaiolado<br />
Até mesmo um criminoso<br />
Contrata um advogado<br />
Pra fazer sua defesa<br />
E às vezes com sutileza<br />
Ele solta um culpado.</p>
<p>V</p>
<p>“Coloque-se” em nosso lugar<br />
Use sua consciência<br />
Fique preso numa gaiola<br />
Faça uma experiência<br />
Pra burrice tem limite<br />
Por que você não admite<br />
Essa sua incoerência?</p>
<p>VI</p>
<p>O pássaro vive feliz<br />
Em seu habitat natural<br />
Os homens ignorantes<br />
Que gostam de fazer mal<br />
Tira sua liberdade<br />
E esta imbecilidade<br />
Eles acham que é normal.</p>
<p>VII</p>
<p>Se eu fosse funcionário<br />
Da defesa ambiental<br />
Ficaria muito triste<br />
Por ver como é natural<br />
O crime que é praticado<br />
Como está sendo depredado<br />
O nosso reino animal.</p>
<p>VIII</p>
<p>Oh! Como seria bom<br />
Que o homem se ligasse<br />
Respeitasse a diferença<br />
Que existe em outra classe<br />
Depredar a natureza<br />
É uma indelicadeza<br />
Seria bom que mudasse</p>
<p>POETA ZÉ DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN</p>
<p>POESIA:</p>
<p>MÃE UM SER INESQUESSÍVEL:<br />
I<br />
Para abrilhantar a obra<br />
De toda a criação<br />
Deus tinha criado um plano<br />
Em sua imaginação<br />
Pensou em criar alguém<br />
Criou e formou também<br />
Mães pra toda geração.<br />
II<br />
Quando falamos de mãe<br />
Mudamos o tom da voz<br />
Sabemos que Deus a fez<br />
Pra que cuidasse de nós<br />
Neste mundo inconseqüente<br />
Este ser inteligente<br />
Nunca nos deixas a sois.<br />
III<br />
Quem ainda tiver mãe<br />
Seja zeloso e cuide dela<br />
Em forma de gratidão<br />
Faça tudo para ela<br />
E tenha conhecimento<br />
Que honrar é mandamento<br />
E não coisa de novela.<br />
IV<br />
Uma mãe é a melhor<br />
De todas as criaturas<br />
Deus olhando lá dos céus<br />
Bem do topo das alturas<br />
Dirá o mesmo que eu digo<br />
Irá concordar comigo<br />
Porque são verdades puras.<br />
V<br />
Eu não encontrei palavra<br />
Na gramática portuguesa<br />
Que pudesse alcançar<br />
O topo desta grandeza<br />
Falo d‘uma alma pura<br />
Mãe de toda criatura<br />
Rainha da natureza.<br />
VI<br />
Eu nunca vou esquecer<br />
O que mamãe fez por mim<br />
Nos momentos mais difíceis<br />
Não esqueço mesmo assim<br />
Por mais que sinta saudade<br />
Teu amor tua bondade<br />
Nunca chegará ao fim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

