Como teu riso dói… como na treva
Os lêmures respondem no infinito:
Tens o aspecto do pássaro maldito,
Que em sânie de cadáveres se ceva!
Filha da noite! A ventania leva
Um soluço de amor pungente, aflito…
Fabíola! É teu nome!… Escuta… é um grito,
Que lacerante para os céus s’eleva!…
E tu folgas, Bacante dos amores,
E a orgia, que a mantilha te arregaça,
Enche a noite de horror, de mais horrores…
É sangue, que referve-te na taça!
É sangue, que borrifa-te estas flores!
E este sangue é meu sangue… é meu… Desgraça!
postado por Ederson Peka em 13-04-2007
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FABIOLA PORTELLA TAVARES DIAS disse:
ADOREI ESSA POESIA DE CASTRO ALVES FEITA COM MEU NOME É MUITO LINDA …
Maeva Fernanda de Paula disse:
AS POESIAS DE CASTRO ALVES SÃO FRIAS COMO GELO E DESPERTAM UM MEDO UM POUCO TIMIDO MAS É BEM BONITO.
fabiola disse:
que lindo
fabiola disse:
que lindo a poesia com o meu nome adorei e uma honra feito pela autor castro alves
luisa disse:
ele é fascinante…
Renata Saturnino disse:
Fabiola, parabéns pelo poema, a máxima expressão do Don divino…
Por favor, gostaria muito de públicar aqui meus poemas, mas não sei como fazer , por favor vc pode me ajudar? deixo aqui meu contato: renata_ssaturnino@hotmail.com. Agradeço desde já sua atenção…