Oh! Trânsfugas do bem que sob o manto régio
manhosos, agachados – bem como um crocodilo,
viveis sensualmente à luz dum privilégio
na pose bestial dum cágado tranqüilo.
Eu rio-me de vós e cravo-vos as setas
ardentes do olhar – formando uma vergasta
dos raios mil do sol, das iras dos poetas,
e vibro-vos à espinha – enquanto o grande basta
O basta gigantesco, imenso, extraordinário -
da branca consciência – o rútilo sacrário
no tímpano do ouvido – audaz me não soar.
Eu quero em rude verso altivo adamastórico,
vermelho, colossal, d’estrépito, gongórico,
castrar-vos como um touro – ouvindo-vos urrar!
postado por Ederson Peka em 04-01-2011
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Rodrigo Nunes Cal disse:
Olá, Parabéns pelo blog elaborado. Se quiser acessar o meu blog contendo as minhas mensagens (textos e poemas), o site é http://intelectu.wordpress.com Espero que goste de lê-las. Um abraço
Tullio Capanema disse:
Venho lhes convidar a conhecer o nosso projeto!
Projeto Sinfonia Dormente – Cruz e Sousa Musicado
Maiores informaçõe no blog:
http://sinfoniadormente.blogspot.com/
Att.
Tullio Capanema