Se não a vejo e o espírito a afigura,
Cresce este meu desejo de hora em hora…
Cuido dizer-lhe o amor que me tortura,
O amor que a exalta e a pede e a chama e a implora.
Cuido contar-lhe o mal, pedir-lhe a cura…
Abrir-lhe o incerto coração que chora,
Mostrar-lhe o fundo intacto de ternura,
Agora embravecida e mansa agora…
E é num arroubo em que a alma desfalece
De sonhá-la prendada e casta e clara,
Que eu, em minha miséria, absorto a aguardo…
Mas ela chega, e toda me parece
Tão acima de mim… tão linda e rara…
Que hesito, balbucio e me acobardo.
postado por Ederson Peka em 24-09-2007
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





carla granja disse:
é de facto belo todos os poemas que estive a lêr, parabéns eu tenho um blog com poemas de minha autoria onde escrevo sobre qualquer assunto. tmb gostava de escrever um livro de poemas ,mas fica s´o um sonho para realizar quanto a ti muitos parabéns vou voltar sempre para te ler. se kiseres dá uma olhada nos meus eu sei k nada são ao pé dos teus ,mas pode ser até que gostes de algum
bjos
carla granja
Carla Cavalcante disse:
Muito lindo..
hehe
predomínio das Carlas.. rsrs