Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E a minha poesia é um vício triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada,
Com o teu passo leve,
Com esses teus cabelos…
E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender
nada, numa alegria atônita…
A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos.
postado por Ederson Peka em 25-03-2007
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Fê disse:
com absoluta certeza é o poema mais lindo que já li!
Rafaella disse:
Queria eu, um dia, escrever com essa profundidade.Nessa poesia, ele disse tudo.