Ao meu irmão Odilon dos Anjos
Bem depressa sumiu-se a vaporosa
Nuvem de amores, de ilusões tão bela;
O brilho se apagou daquela estrela
Que a vida lhe tornava venturosa!
Sombras que passam, sombras cor-de-rosa
- Todas se foram num festivo bando,
Fugazes sonhos, gárrulos voando
- Resta somente um’alma tristurosa!
Coitada! o gozo lhe fugiu correndo,
Hoje ela habita a erma soledade,
Em que vive e em que aos poucos vai morrendo!
Seu rosto triste, seu olhar magoado,
Fazem lembrar em noute de saudade
A luz mortiça d’um olhar nublado.
postado por Ederson Peka em 28-08-2011
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EDILOY A C FERRARO disse:
Como as ilusões efêmeras, as paixões de estações, o Ser se encontra saudoso do que de bom já é passado, nostálgico revivendo nas saudades o frescor da fugidia felicidade…
Rita disse:
A efemeridade da vida que tanta dificuldade temos em aceitar…
Cidiane pereira da silva disse:
bom dia!
Como é bom saber que entre troncos e barrancos , exixte poetas , poetas esses consagrados de alma e coraçao .
Eu mesma fusando a internet descobrir este blog dos poetas .
Me concidero tambem poeta , porque de alma escrevo a minha vida e tudo que se passa.
Parabens!
Lindos poemas…