Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
Verde!… E que leves, lindas filigranas
Desenha o sol na página deserta!
Não sei que paisagista doidivanas
Mistura os tons… acerta… desacerta…
Sempre em busca de nova descoberta,
Vai colorindo as horas quotidianas…
Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço…
Pra que pensar? Também sou da paisagem…
Vago, solúvel no ar, fico sonhando…
E me transmuto… iriso-me… estremeço…
Nos leves dedos que me vão pintando!
postado por Célia de Lima em 17-08-2008
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RamonLeonel Neri disse:
Oiii td bem??
tomara que sim
eu so muito seu fãn ta bom??
tchau
te mais
Sérgio Fernandes disse:
Olá, procuro alguns materiais literário que falem a respeito dos poetas de rua, esses que vive a vender poesias pelas calçadas.
Desde já Agradeço
Sérgio Fernandes
maria luisa disse:
Procuro material, poesias a respeito dos poetas de rua, mande-me se tiverem.Um abração e obrigada!maria luisa