Havia um muro alto entre nossas casas.
Difícil de mandar recado para ela.
Não havia e-mail.
O pai era uma onça.
A gente amarrava o bilhete numa pedra presa por
um cordão
E pinchava a pedra no quintal da casa dela.
Se a namorada respondesse pela mesma pedra
Era uma glória!
Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da goiabeira
E então era agonia.
No tempo do onça era assim.
postado por Ederson Peka em 22-03-2009
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





caike disse:
muito bom
Jakelayne disse:
Eu prefiro
O NAMORADO
EDILOY A C FERRARO disse:
Encantado com a maneira coloquial de narrar seus versos, algo solto, despreocupado, desarranjado, mas intenso nas intenções e mensagens, além da ponta hilária que cativa, muito bom !!!
daniveelop disse:
muto ruin ______brinks
malu disse:
adorei
norma de freitas pinto disse:
As imagens são belas…amo o jeito gostoso
dos versos de Manoel de Barros!!!
beneditocglima disse:
muito bom merece ser acessado por todos que gostam da boa poesia
fernanda pinheiro de almeida disse:
olha o assunto sobre a namorada eu pois é muito importantes para aquele q acha que namoro algo q se brinca mais sim algo q se compromete
victor emanuel disse:
nossa quantos poemas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
arraçou o manoel