Nascera ali – no limo viridente
Dos muros da prisão – como uma esmola
Da natureza a um coração que estiola -
Aquela flor imaculada e olente…
E ele que fôra um bruto, e vil descrente,
Quanta vez, numa prece, ungido, cola
O lábio seco, na úmida corola
Daquela flor alvíssima e silente!…
E ele – que sofre e para a dor existe -
Quantas vezes no peito o pranto estanca!..
Quantas vezes na veia a febre acalma,
Fitando aquela flor tão pura e triste!…
- Aquela estrela perfumada e branca,
Que cintila na noite de sua alma…
postado por Ederson Peka em 27-09-2007
1 – Contribuição Nacional (PagSeguro)
2 – Contribuição Internacional (PayPal)





Lucas disse:
Ola, este blog que postei ai emcima é de otimos poetas novos brasileiros, entrem e deem uma conferida, abraco a todos.
Rita de Cassia Antunes Brito disse:
Comentar Euclides da Cunha… sua obra é de uma grandeza imensa para quem tem interesse de conhecer parte importante da nossa história. Pena que o Brasil não conheça a obra desse gênio brasileiro.
tamara da silva disse:
eu queria saber se essa é uma obra de euclides da cunha
Istefanica disse:
é muito lindo este poema