Azuis os montes que estão longe param.
De eles a mim o vário campo ao vento, à brisa,
Ou verde ou amarelo ou variegado,
Ondula incertamente.
Débil como uma haste de papoila
Me suporta o momento. Nada quero.
Que pesa o escrúpulo do pensamento
Na balança da vida?
Como os campos, e vário, e como eles,
Exterior a mim, me entrego, filho
Ignorado do Caos e da Noite
Às férias em que existo.
postado por Diego Eis em 20-08-2006
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joão paulo firmino disse:
ei cara parabens pelo blog pois curto muito falou? olha ai meu email de amizades: jpfbvc@hotmail.com fala com joão paulo firmino ta meu colega chau
Lizandra Quadros Corecha Pinto disse:
Precisamos de mais pessoas que olhem pela literatura brasileira,assim como voces.valeu.
Bruno disse:
Belo blog. O meu obrigado.